"Sou apaixonada por filmes e livros, diria que mais filmes. Amo, amo, amo assistir filmes. Prefiro os dublados (embora um amigo insiste em dizer que nada como ouvir o som original da voz dos personagens :D ), já que os com legenda ou se lê a legenda ou presta atenção nos detalhes do filme, portanto, prefiro os dublados. Muitas vezes os escolho pelo nome, às vezes me decepciono, em outras nem tanto. Outras vezes assisto filme pelos autores, e na maioria acerto por ser um bom filme. Não me ligo muito em direção dos filmes, ou quantas estatuetas levaram, sigo mesmo meu instinto quanto aos títulos e/ou autores. E por outras vezes, leio a sinopse dos filmes, pra se ter um noção de como será. Como uma eterna romântica, prefiro os romances... ahhh como "amo" os romances. Mas gosto também das comédias românticas, de filmes de comédia, os de ação nem tanto. Aprecio também filmes que são baseados em histórias reais e drama. De terror e afins, nem pensar!"

Acredito que sempre há uma lição por mínimo que seja, pra se tirar dos filmes. Uma lição, uma frase, algo a se analisar sobre nossa vida ou atitudes, ou mesmo algo que temos que mudar em nossa passagem por esse mundo muitas vezes louco.

Acredite, sempre há algo a nos mostrar um bom filme! Aqui só menciono os que assisti!

quarta-feira, 13 de maio de 2015

UM SANTO VIZINHO

Um Santo Vizinho (St Vincent)
Gênero: Drama, Comédia
Duração: 103 min.
Direção e roteiro: Theodore Melfi
Com Bill Murrat, Melissa McCarthy, Jeaden Lieberther
Lançamento: Fev/2015



Recém-chegada a um novo bairro dos subúrbios, Maggie é uma mãe solteira que faz o que pode por Oliver, o filho de 12 anos. Quando Vincent, o vizinho do lado, se apercebe que o rapaz fica muito tempo sozinho, oferece-se para, em troca de dinheiro, tomar conta dele depois da escola. Maggie, não encontrando melhor solução, aceita. O que ela não imaginava era que o seu novo vizinho, para além de misantropo e hedonista, tinha também uma ideia bastante peculiar sobre como cuidar de uma criança. Determinado a não abdicar do seu modo de vida pouco convencional, Vincent resolve levar Oliver com ele nas suas aventuras, mostrando-lhe as "vantagens" do jogo, da bebida e dos clubes de "strip". Apesar de tudo isso, entre os dois estabelece-se uma amizade muito especial que os beneficiará a ambos e os mudará para sempre. 

Que tipo de lição uma criança de 12 anos poderia aprender em uma banca de apostas, matemática? Seria possível ela desenvolver noções de estudos sociais em... um bar? E um clube de strip-tease, de que serviria para o tal infante? Uma aula de comércio. Ou seria biologia?

As comédias dramáticas (as "dramédias") fazem sucesso não é de hoje, mas cada vez têm ganhado espaço,  com o carismático Bill Murray no elenco, então... 

Em Um Santo Vizinho, ele volta ao papel de protagonista. No filme de Theodore Melfi, mais conhecido pelo ofício de produtor, William James Murray é Vincent, um sujeito politicamente incorreto que se vê obrigado (pela falta de dinheiro) a cuidar da criança citada – o também estreante Jaeden Lieberher, em uma rara atuação infantil comovente – depois que a mãe dele (Melissa McCarthy) se divorcia e muda para a casa ao lado.

Na trama, conhecemos o peculiar ranzinza Vincent, um homem que leva uma vida sem sentido.  É um homem ex-herói de guerra norte-americano que vive sozinho com seu gato persa passando o dia bebendo e apostando em corridas de cavalo. Dançando bêbado em frente à jukebox, discutindo arduamente com o gerente do banco, maltratando a muitas pessoas gratuitamente, Vincent parece não ter mais solução, mas tem um bom coração. Bom, não literalmente, exatamente. Certo
dia, novos vizinhos chegam para morar ao lado dele e assim conhece o jovem Oliver com quem logo faz uma grande amizade. Lá pelas tantas, o personagem sofre um derrame, o que exige uma performance (mais ou menos) dramática do ator. Se você é fã de Murray, não precisa sofrer.

Ele dá conta do papel (sem perder a piada), mesmo quando o personagem tem parte da musculatura paralisada. Mas há uma gordura de sentimentalismo na trama que poderia facilmente ser cortada.

Por outro lado, arrancadas de suas zonas de conforto, McCarthy e Naomi Watts são duas ótimas surpresas neste St. Vincent (no original). A comediante sustenta com firmeza o papel mais sério, e a outra, acostumada a filmes densos, como O Impossível, está hilária como Daka, a prostituta grávida (a tal) que, como se não bastasse, ainda é russa – e o sotaque que ela faz é impagável.

Havia muito tempo que não assitia um filme com Bill Murray, e confesso que me impressionei, o filme é H-I-L-Á-R-I-O. Todos os personagens o são. Melissa McCarthy apesar de fazer um papel sério não tem como não rir do papel que ela representa. Naomi Watts, como Daka, está muito muito engraçada, pois ela faz papel de uma dançarina de boate (imaginem a cena, muito engraçada), mesmo estando grávida. Apesar de ser uma comédia, há um pouco de drama, pois a esposa de Vincent está internada numa clinica e ela sempre vai visitá-la, e como o passar do tempo ela vem a falecer.
Vincent e Oliver (muito fofo e educado) se tornam amigos e a amizade deles é muito linda.


Ponto alto do filme é a homenagem que Oliver faz a Vincent na escola, que é pra falar sobre alguém que se conhece e se parece com um santo, e Oliver homenageia nada menos que Vincent, emocionante!!!Que nos faz refletir sobre dar valor as pessoas e entende-las o porque elas agem da forma como agem. 
É pra chorar de rir, com todos os personagens. Um filme que te prende do inicio ao fim!!! A ultima cena hahahha muito louco!


Frases do filme:

“- Sou pequeno, não percebeu?
- Hitler também era.
- Que comparação horrível!”

“- Quem é ela?
- Uma dama da noite.
- Sabe o que isso significa? Que ela trabalha a noite?”

“Um santo é um ser humano que celebramos... pelos sacrifícios que ele faz...pelo seu comprometimento em tornar o mundo um lugar melhor.” 



RECOMENDO!!! Excelente filme.. se prepare para muitas gargalhadas com Bill Murray, ele é tão ranzinza, tão ranzinza que não te como não rir! Todos deveríamos um pouquinho de Vincent!!! :) ;)


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